O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na sessão do dia 7 de maio a mudança da denominação do Partido da República (PR) para Partido Liberal (PL).

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A mudança foi feita em convenção partidária e aprovada pela maioria dos filiados: dos 182 participantes, 173 votaram a favor.

A sigla é representada na Câmara dos Deputados por 38 membros, cujo líder é o deputado Wellington Roberto (PB). É a 4ª maior bancada partidária. No Senado, o partido é representado por 2 senadores: Wellington Fagundes (MT) e Jorginho Mello (SC).

A legenda, de número 22, obteve o registro de seu estatuto no TSE em 19 de dezembro de 2006.

O PL compõem, no Congresso, o grupo de partidos do chamado Centrão, que não é governista, nem de oposição. O Centrão é formado por 11 siglas que habitam o Legislativo federal — Cidadania (ex-PPS), MDB, PRB, PSD, Podemos, PTB, DEM, PSDB, PP e SD.

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Segundo o Ministério Público Eleitoral, que opinou a favor da mudança, o novo (velho) nome corresponde à denominação de uma das legendas que formaram o próprio PR — resultante da fusão, em 2006, do PL e do Partido da Reedificação da Ordem Nacional (Prona). Por isso, de acordo com o MP, não há risco de o eleitor confundir o novo nome com o de outra legenda já existente.

O parecer foi levado em conta pelo relator do pedido no TSE, ministro Tarcísio Vieira de Carvalho, e seguido pelos demais ministros.

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