Marchas da classe trabalhadora na década de 2000

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EVENTO E DATA

BANDEIRAS

1ª Marcha - 2004
13 a 15 de dezembro

CUT, Força Sindical, CGT, CGTB, SDS e CAT

Durante três dias, mais de 3 mil trabalhadores marcharam em Brasília

Bandeiras: recuperação de salário mínimo e correção da tabela do imposto de renda

2ª Marcha - 2005
28 a 30 de novembro

CUT, Força Sindical, CGT, CGTB, SDS e CAT

Marcha e vigília com 15 mil trabalhadores

Bandeiras: política de valorização do salário mínimo e correção da tabela do imposto de renda

3ª Marcha - 2006
6 de dezembro - CUT

Força Sindical, CGTB, CGT, SDS, CAT e NCST

Marcha de 20 mil trabalhadores pela Esplanada dos Ministérios

Bandeiras: reajuste e política de valorização do salário mínimo

Dia Nacional de Luta - 2007
10 de abril

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT e NCST

Movimento nacional

Bandeira: manutenção do veto presidencial à chamada Emenda 3, que restringia a atuação dos fiscais do trabalho e previdência social

4º Marcha - 2007
5 de dezembro

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB

e NCST

Cerca de 40 mil trabalhadores marcharam pela Esplanada dos Ministérios

Bandeiras: redução da jornada de trabalho, mais e melhores empregos, fortalecimento da seguridade social, políticas públicas de emprego, trabalho e renda, salário mínimo

5ª Marcha – 2008
3 de dezembro

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB

e NCST

Cerca de 35 mil trabalhadores marcharam pela Esplanada dos Ministérios

Bandeiras: Desenvolvimento com Valorização do Trabalho

Ato Unificado - 2009
30 de março

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB

e NCST

Manifestação nacional contra a crise e as demissões

Bandeiras: não às demissões; pela ratificação da Convenção 158 da OIT! Redução dos juros; redução da jornada sem redução de salários e direitos; Reforma Agrária já! Por saúde, educação e moradia! Em defesa dos serviços e servidores públicos!

Jornada Nacional - 2009
14 de agosto

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB e

NCST

Manifestações nas capitais e outras cidades

Bandeiras: redução da jornada de trabalho sem redução de salários; fim das demissões; reforma agrária e urbana; defesa de direitos sociais; ratificação das convenções 151 e 158 da OIT; redução dos juros; defesa das empresas estatais, fundamentais para financiar o crescimento do país; por uma nova lei do petróleo, que garanta as imensas riquezas do pré-sal para impulsionar o desenvolvimento e a justiça social.

6ª Marcha – 2009
11 de dezembro

CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB e

NCST

Cerca de 50 mil trabalhadores marcharam pela Esplanada dos Ministérios

Bandeiras: redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário; ratificação das convenções 151 e 158 da OIT; atualização dos índices de produtividade da terra; aprovação da PEC que destina para reforma agrária toda terra onde for flagrado trabalho escravo; aprovação da lei que sacramenta a política de valorização do salário mínimo. Marco regulatório para o petróleo e gás do pré-sal, destinando à maior parte dos seus recursos no combate as desigualdades sociais; Aprovação do projeto sobre a regulamentação da terceirização; combate à precarização nas relações de trabalho

7ª Marcha – 2013
6 de abril

CUT, Força Sindical, CTB, UGT, NCST e CGTB

As centrais sindicais e representantes de diversos movimentos sociais defenderam as 40 horas semanais sem redução de salário; fim do fator previdenciário; igualdade de oportunidade entre homens e mulheres; política de valorização dos aposentados; 10% do Produto Interno bruto (PIB) para a educação; 10% do orçamento da União para a saúde; reforma agrária; correção da tabela do Imposto de Renda; ratificação da Convenção 158/OIT (fim da demissão imotivada); regulamentação da Convenção da 151/OIT (negociação coletiva no serviço público); ampliação do investimento público.

Nota: 1) Inclui outras manifestações nacionais conjuntas das centrais sindicais no âmbito da unidade de ação. (Fontes:Dieese e DIAP)

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