Na última sexta-feira (31) de maio, Ricardo Patah foi reconduzido, por unanimidade, à presidência da União Geral dos Trabalhadores (UGT). A central foi fundada em 2007. O novo mandato de Patah vai até junho de 2023.

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Patah, reconduzido, fala na plenária do 4º Congresso da UGT, em Praia Grande (SP)

Com chapa única, a reeleição aconteceu durante o 4º Congresso Nacional da UGT, realizado na Praia Grande, litoral de São Paulo, na presença de mais de 800 convidados. Estavam presentes, entre dirigentes sindicais do Brasil e mais 23 países, presidentes das UGT estaduais e autoridades políticas.

“A solidariedade entre nós e com os trabalhadores vai nos levar à superação deste momento difícil, em que o movimento sindical é atacado a todo tempo. Agradeço a todos da UGT Brasil, especialmente aos integrantes da nossa Chapa”, disse Patah no congresso.

“Vamos, juntos, mostrar que o movimento sindical acabou com a ditadura, acabou com a inflação e, agora, não vai deixar que o fascismo tome conta do Brasil. Ninguém mexe com os trabalhadores”, acrescentou o presidente reeleito.

Patah comanda a UGT desde a fundação da central, em 2007. O novo mandato tem duração de 4 anos. Vai até junho de 2023.

Breve histórico
A UGT constituiu-se “a partir da unificação das centrais sindicais Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Social Democracia Sindical (SDS), Central Autônoma de Trabalhadores (CAT) e de um amplo grupo de sindicatos independentes.”

“A UGT foi fundada em 19 de julho de 2007, durante o Congresso Nacional de Trabalhadores que se realizou nos dias 19, 20 e 21/07/07 em São Paulo, capital, e reuniu mais de 3.400 delegados, representando 623 entidades sindicais de todo o país e mais de 4 milhões de trabalhadores, ocasião em que foi eleita a 1ª executiva nacional para um mandato de 4 anos tendo como presidente nacional, o sindicalista Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo”, historia a entidade no seu portal.

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