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O 8 de março é dia de mobilização e reafirmação da luta histórica das mulheres por direitos, dignidade e igualdade. Mais do que celebrar avanços, é momento de enfrentar os desafios que persistem.

O Brasil ainda convive com índices alarmantes de violência de gênero. O feminicídio e a violência sexual exigem políticas públicas efetivas, fortalecimento da rede de proteção e punição rigorosa aos agressores. Essa realidade é agravada pelo racismo estrutural: mulheres negras são as principais vítimas da violência e da exclusão social.

No mercado de trabalho, permanecem as desigualdades salariais, a precarização e a sobrecarga do trabalho doméstico e de cuidados. Defender igualdade de oportunidades, salário igual para trabalho igual e paridade de gênero é condição para um projeto de desenvolvimento com justiça social.

Ampliar a presença das mulheres nos espaços de poder — na política e nas empresas é fortalecer a democracia. O movimento sindical tem papel estratégico na construção de ambientes de trabalho mais justos, com políticas de combate ao assédio, proteção às vítimas e promoção da igualdade.

Neste 8 de março, reafirmamos o compromisso com a vida das mulheres e com a construção de uma sociedade mais democrática e igualitária. O DIAP seguirá atuando no Congresso Nacional, ao lado das entidades sindicais, para que os direitos das mulheres avancem todos os dias.

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