Centrais sindicais: índice de representatividade
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Nome da central e data de fundação |
Índice representatividade (%) |
Influência partidária Preponderante /ideologia |
Setores de maior influência |
Influência no Congresso |
Relação no Governo |
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2008 |
2009 |
2010 |
2011 |
2012 |
2013 |
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Central Única dos Trabalhadores (CUT) - 8/1983 |
35,84 |
36,79 |
38,23 |
38,32 |
36,70 |
35,60 |
PT/esquerda Dividida entre a ideologia de mercado e a estatizante |
Metalúrgico, bancário, servidor público, rural, educação |
Alta |
Grande |
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Força Sindical (FS) - 3/1991 |
12,33 |
13,10 |
13,71 |
14,12 |
13,70 |
13,80 |
PDT/centro-esquerda Ideologia francamente de mercado |
Metalúrgico, automotivo, construção civil e comerciário |
Alta |
Grande |
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União Geral dos Trabalhadores (UGT) -7/2007* |
6,29 |
7,19 |
7,19 |
7,89 |
11,30 |
11,20 |
PSD/Centro, defensora da economia de mercado |
Comerciário, terceirizados Colônia de pescadores e Asseio e conservação |
Média |
Média |
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Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) - 12/2007 |
5,09 |
6,12 |
7,55 |
7,77 |
9,20 |
9,20 |
PCdoB/PSB Esquerda |
Educação e metalurgia e rural, serviço público |
Média |
Média |
|
Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) - 6/2005 |
6,27 |
5,47 |
6,69 |
7,04 |
8,10 |
8,10 |
Suprapartidária, sem uma vinculação preponderante, ideologicamente de centro e adepta de economia de mercado |
Transporte, construção e mobiliário |
Média |
Média |
|
Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) - 08/2006** |
5,02 |
5,02 |
5,04 |
7,02 |
- |
- |
Partido da Pátria Livre (ex-MR 8 ) Centro-esquerda |
Prestador de serviço |
Média |
Média |
** CGT fica como central em 1988, como a sigla CGTB.
Fora a experiência anterior a 1964 (1929 – Criação da primeira central de trabalhadores: Confederação Geral dos Trabalhadores Brasileiros; 1945 – Confederação Geral dos Trabalhadores e 1962 – Comando Geral dos Trabalhadores) a história das centrais brasileiras é recente, conforme segue:
- 1981 – 1º Conclat - criação da Comissão Nacional Pró-Central Única dos Trabalhadores;
- 1983 – (agosto) A CUT - Central Única dos Trabalhadores (CUT) é criada, mas há um racha, com a saída de parte dos participantes do 2º Conclat, o embrião da CGT;
- 1986 – (abril) é criada a Central Geral dos Trabalhadores (CGT);
- 1988 – CGT (central) se transforma em CGT - Confederação Geral dos Trabalhadores (um grupo mantém a central, com a sigla CGTB);
- 1991 – (março) - Força Sindical (nasce de dissidência da CGT-confederação);
- 1995 – Central Autônoma dos Trabalhadores – (sucessora do IPROS- Instituto de Promoção Social, criado em 1981, como braço da CLAT no Brasil);
- 1997 – Social Democracia Brasileira (dissidência da força sindical);
- 2005 (junho) – Nova Central Sindical dos Trabalhadores (a partir das confederações e dissidência da CAT, CGT e Força);
- 2006 (agosto) – CGTB se funde com a Central Brasileira dos Trabalhadores e Empreendedores (CBTE), mas mantém a sigla CGTB;
- 2007 (julho) – UGT – União Geral dos Trabalhadores (fusão da CGT, CAT e SDS);
- 2007 (dezembro) -Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB (dissidência da CUT).
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