Há um movimento para extinção das leis trabalhistas, diz chefe do MPT

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A população brasileira ainda vai sentir impactos negativos das reformas que reduziram a proteção dos trabalhadores nos últimos anos. A renda está caindo, novas contratações já são feitas com salários menores do que em 2017 e empresas têm sido orientadas a demitirem empregados e contratarem pessoas como empresários individuais.

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Ronaldo Fleury, procurador-geral do Trabalho | Imagem: Simon Plestenjak | UOL

A avaliação foi feita por Ronaldo Curado Fleury, em entrevista para o UOL. Esta quarta-feira (21) é seu último dia como procurador-geral do Trabalho. Amanhã [quinta-feira], seu sucessor, Alberto Bastos Balazeiro, assume a chefia do Ministério Público do Trabalho por, no mínimo, 2 anos.

Tendo assumido em 2015 e sido reconduzido em 2017, Fleury atravessou o período de 3 presidentes da República — Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro. E também do trâmite da Reforma Trabalhista, da Lei da Terceirização Ampla, da Reforma da Previdência, da Medida Provisória da "Liberdade Econômica" e de tentativas de enfraquecer o conceito de trabalho escravo.

LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA

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